Mesmo não tendo um convívio diário com o Deputado Renato
Cozzolino, nutro por ele um carinho pessoal e não nego que em minha lista de candidatos
a prefeito de Magé em 2020, seu nome ainda aparece no topo. Se bem que ainda não
defini quem de fato eu irei prestigiar com o meu voto. Mas também não vou
omitir a minha opinião sobre o seu surto ao criar um projeto de lei em que pretende
banir o consumo da margarina.
Estaria ele comendo margarina demais e o consumo afetou seus neurônios
ou surtou por falta de assessoria para orientá-lo no momento de surto?
Eu cresci comendo “margarina com pão” e se os efeitos
colaterais, pelo consumo, afetou alguma coisa em mim, certamente foi exacerbar
ainda mais a minha franqueza e meu senso critico, por não tolero idiotice.
Primeiro foi o primo, Renato Cozzolino Sobrinho, que ao
assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados Federal, ao invés de pleitear
projetos relevantes que promovessem a cidade de Magé, preferiu dedicar seu
mandato a travar uma briga com a Coca-Cola por achar que o produto consumido no
mundo inteiro iria prejudicar a saúde dos brasileiros. Não deu em nada e a
Coca-cola continua soberana na mesa do povo. E como se não bastasse, vem o
Deputado Renato Cozzolino Neto trilhar o mesmo caminho insano no combate a
margarina. Essa prática é hereditária?
Totalmente fora da casinha, ele ainda não se deu conta de que
sua atitude só depõe contra sua carreira política. Por outro lado, se foi uma estratégia de
marketing para ganhar notoriedade na mídia, lamenta dizer que mais uma vez o
tiro saiu pela culatra e ele escorregou na margarina e se tornou chacota nas
redes sociais.
Por Amauri Pimentel

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